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Produtividade nem sempre é fazer mais e talvez exista uma sensação constante de estar ocupado Existe uma sensação comum em muitos escritórios de investimento: a agenda está cheia, o telefone toca, mensagens acumulam, reuniões se encaixam entre tarefas — mas, no fim do mês, o crescimento não acompanha o esforço.
O silêncio dos clientes raramente é neutro No mercado financeiro, os clientes que reclamam ainda estão engajados. O que preocupa não é a dúvida.Não é a objeção.Não é a discordância. O que preocupa é o silêncio. Porque o silêncio, na maioria das vezes, não é sinônimo de estabilidade.É um sintoma.
Quando ter CRM não significa usar CRM Muitos escritórios de investimento já possuem um CRM. Mas poucos realmente utilizam o sistema de forma estratégica. O que acontece na prática? O CRM vira agenda.Vira cadastro.Vira local de armazenamento básico. E a tecnologia que deveria organizar o relacionamento passa a ser apenas
Semanas curtas revelam escritórios organizados (e improvisados) O Carnaval sempre traz um efeito curioso no mercado financeiro. De um lado, a Bolsa funciona. Os juros continuam existindo. As carteiras seguem expostas. O cenário econômico não entra em “recesso”. De outro, o ritmo desacelera. Escritórios operam com equipes reduzidas. Clientes viajam.
O erro mais caro do mercado financeiro é tratar o investidor como estático Existe uma crença silenciosa em muitos escritórios de investimentos:a de que o investidor muda pouco ao longo do tempo. Que, uma vez definido o perfil, a estratégia segue praticamente imutável, com pequenos ajustes pontuais. Essa crença não
Quando o “ano normal” deixa de existir Todo início de ano carrega uma promessa silenciosa:organizar melhor, planejar com mais calma, executar com mais eficiência. Mas 2026 não se encaixa nesse conceito de “ano normal”. O cenário já se desenha como atípico desde o calendário:feriados em dias úteis, Copa do Mundo,
Quando o apito inicial muda o ritmo do mercado A Copa do Mundo é um dos raros eventos capazes de parar países inteiros.Ela ocupa conversas, pauta noticiários, altera rotinas, muda horários de trabalho e desloca a atenção coletiva por semanas. Mas a pergunta que sempre surge no mercado financeiro é
Janeiro não é um mês neutro, é um divisor de águas Existe uma percepção comum no mercado financeiro de que janeiro é um mês “morno”.Um período de retomada gradual, agendas ainda vazias, clientes voltando devagar, decisões deixadas para depois. Essa leitura, embora confortável, é perigosa. Janeiro não é um mês
Quando o calendário político passa a interferir no comportamento financeiro Anos eleitorais sempre chamam atenção no mercado financeiro.E não apenas pelos possíveis impactos econômicos concretos, mas sobretudo pelo efeito psicológico que o processo eleitoral provoca em investidores. Em 2026, esse efeito tende a ser ainda mais intenso.Além do cenário político,

Produtividade no escritório: por que trabalhar mais não significa gerar mais resultado
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Clientes silenciosos: como identificar quando a carteira está esfriando
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Seu CRM está subutilizado? O que escritórios perdem quando usam só 30% da tecnologia
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Carnaval e mercado financeiro: como manter relacionamento ativo mesmo em semanas curtas
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O investidor muda quando o cenário muda — e quem não acompanha perde espaço
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2026 será um ano atípico: como escritórios de investimentos podem se planejar melhor desde agora
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